BARTLEBY, O ESCRIVÃO

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BARTLEBY, O ESCRIVÃO

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9788503013116
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    • 1
      Autor
      ‹ ›
      HERMAN MELVILLE Indisponível
    • 2
      Editora
      ‹ ›
      JOSÉ OLYMPIO Indisponível
    • 3
      Páginas
      ‹ ›
      96 Indisponível
    • 4
      Edição
      ‹ ›
      10 - 2017 Indisponível
    • 5
      Ano
      ‹ ›
      2017 Indisponível
    • 6
      Origem
      ‹ ›
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      ‹ ›
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      ‹ ›
      13.5 x 21 x 0.6 Indisponível
    • 9
      ISBN
      ‹ ›
      9788503013116 Indisponível
    • 10
      Situação
      ‹ ›
      Disponível Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      ‹ ›
      20/02/2017 Indisponível
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"Uma irônica e literária análise da natureza humana, do mesmo autor de Moby Dick. Bartleby, o escrivão é uma daquelas obras não há uma resposta e sim questionamentos sobre quem seria esse personagem tão peculiar. O personagem título é um jovem amanuense judicial que, cansado do trabalho burocrático, decide adotar o "não" como lema e o "nada" como estilo de vida. Ao fazer da voz do patrão, um advogado, o narrador, Herman Melville dá campo e distância a um olhar original sobre a história desse funcionário excêntrico e de comportamento talvez depressivo, que aos poucos, progressivamente se recusa a cumprir suas obrigações.A situação logo chega ao limite. Não há alternativa senão demiti-lo. Neste momento, o livro tem acentuadas suas cores fantásticas: porque, falhadas todas as tentativas de desepedir Bartleby, o advogado então decide mudar-se e deixar o escritório e o escrivão para trás. É quando o tom fantasmagórico controla a trama: o homem aprofunda-se na inércia da negação e se recusa a abandonar a sala e o prédio em que trabalhara - até ser levado preso.A narrativa de Melville - um dos precursores do absurdo na literatura - é tão curta quanto rica e múltipla; leitura para se perder em interpretações. Publicada originalmente, de forma anônima, numa revista em 1853, Bartleby, o escrivão é uma daquelas obras que deixa os leitores pensativos quando chegam ao final. Não à toa, Jorge Luis Borges a definiu como ""aplicação deliberada a um tema atroz que parece preconizar um Franz Kafka, o das fantasia do comportamento e sentimento ou, como agora lamentavelmente se diz, psicológicas"""

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