O que muda quando a ¬finitude deixa de ser conceito e passa a ser consciência?Ao percorrer as trilhas rumo ao Campo Base do Everest e aos cumes de outras montanhas do Himalaia, acima dos cinco mil metros, o desafio físico revela apenas a superfície de uma travessia mais profunda. Entre o frio, o cansaço e a vastidão das cordilheiras, o autor é conduzido a um encontro consigo mesmo. Na mochila, além do indispensável à jornada, carrega indagações sobre como atravessar, com serenidade, a última etapa da vida - o envelhecimento e a inevitabilidade do fim. O que começa como uma expedição transforma-se, passo a passo, em uma escalada interior: um percurso de depuração e ressignificação diante de uma nova fase da existência. Mais do que um registro de vivência, este livro é um testemunho da busca por honrar o tempo que nos é concedido - e da descoberta de que há apenas um caminho que realmente vale a pena percorrer: viver plenamente. Ao longo da vida, dedicamos grande parte do nosso tempo a construir - ou a contribuir para construir - negócios e empresas perenes, sólidas o suficiente para atravessar gerações. Nesse esforço contínuo, deixamos quase sempre em segundo plano a consciência de que, como indivíduos, somos passageiros. Em Cor da Vida - Cor da Morte, Carlos Morassutti amplia o olhar para essa realidade e para a forma como escolhemos viver. Com sensibilidade e maturidade, aborda temas ligados à última etapa da vida, incentivando o leitor a repensar as próprias prioridades e o que deseja fazer com o tempo que ainda tem pela frente. Uma obra que nos recorda que refletir sobre a finitude não é desistir da vida - é aprender a vivê-la com mais plenitude e gratidão.SAUER SALUM FILHOGrupo Barigüi