CRIAÇÃO DAS ARTES PLÁSTICAS E PRODUTIVIDADE DA NATUREZA EM FRIEDRICH SCHELLING

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CRIAÇÃO DAS ARTES PLÁSTICAS E PRODUTIVIDADE DA NATUREZA EM FRIEDRICH SCHELLING

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9786555041965
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    • 1
      Autor
      ‹ ›
      Gabriel Almeida Assumpção Indisponível
    • 2
      Editora
      ‹ ›
      EDIÇÕES LOYOLA Indisponível
    • 3
      Páginas
      ‹ ›
      176 Indisponível
    • 4
      Edição
      ‹ ›
      1 - 2022 Indisponível
    • 5
      Ano
      ‹ ›
      2022 Indisponível
    • 6
      Origem
      ‹ ›
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      ‹ ›
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      ‹ ›
      14 x 21 x 1 Indisponível
    • 9
      ISBN
      ‹ ›
      9786555041965 Indisponível
    • 10
      Situação
      ‹ ›
      Disponível Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      ‹ ›
      11/08/2022 Indisponível
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Friedrich W. J. Schelling (1775-1854) nos permitiu repensar as relações entre arte e natureza, tema clássico da tradição estética e artística. Para ele, a natureza é uma força produtiva que se expressa nos minerais, nos seres vivos e nas obras de arte feitas pelos organismos humanos. O artista consegue, por meio de suas criações, moldar o aparente caos da natureza, resultando em belas obras, da mesma forma que a mente divina organiza o caos da matéria, tendo como resultado o mundo em que vivemos. Um dos conceitos mais fecundos dessas reflexões estéticas de Schelling é seu conceito de mímesis, que apresenta uma dimensão ecológica, uma vez que nos faz pensar que a natureza deve ser compreendida em sua grandeza e impulso produtor, e não apenas como algo estático, inerte. Com essa visão, o filósofo romântico abre a possibilidade para um diálogo com a pintura abstrata (da qual tomamos como exemplos Wassily Kandinsky e Paul Klee) e com a estética moderna do século XVIII, na qual já se começa reconhecer a natureza como algo a ser transformado, e não apenas imitado.

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