Dom Casmurro

SKU AS4204
Dom Casmurro

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9788516096892
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    • 1
      Autor
      ‹ ›
      Machado de Indisponível
    • 2
      Editora
      ‹ ›
      MODERNA - PARADIDÁTICOS Indisponível
    • 3
      Páginas
      ‹ ›
      248 Indisponível
    • 4
      Edição
      ‹ ›
      5 - 2015 Indisponível
    • 5
      Ano
      ‹ ›
      2015 Indisponível
    • 6
      Origem
      ‹ ›
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      ‹ ›
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      ‹ ›
      16 x 1.3 x 23 Indisponível
    • 9
      ISBN
      ‹ ›
      9788516096892 Indisponível
    • 10
      Situação
      ‹ ›
      Sob Encomenda Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      ‹ ›
      05/07/2015 Indisponível
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O romance Dom Casmurro é narrado em primeira pessoa por José Bento, o Bentinho (apelidado, na velhice, de Dom Casmurro, por viver recluso e solitário). Em retrospectiva, ele conta fatos de sua infância na casa da mãe viúva, D. Glória, ao lado do tio Cosme, da prima Justina, do agregado José Dias. Como vizinhos de fundo, Pádua e D. Fortunata, pais de Capitolina (apelidada Capitu), de condição social inferior. O objetivo do narrador-personagem é tentar reviver as emoções afetivas através da reconstituição do passado: "Vou deitar ao papel as reminiscências que me vierem vindo. Deste modo, viverei o que vivi.". Recuando até o tempo em que ele e Capitu eram crianças, Bentinho conta como a convivência e as brincadeiras vão aproximando os dois amiguinhos, que, na adolescência, tornam-se namorados. A família dela, vendo nesse relacionamento a possibilidade de casamento e ascensão social de Capitu, favorece o namoro; entretanto, a mãe de Bentinho, fiel a uma antiga promessa, coloca-o no seminário com o intuito de fazê-lo seguir a carreira eclesiástica. Capitu empreende esforços para impedir que Bentinho, sem magoar a família, chegue a ordenar-se, revelando-se uma moça esperta e insinuante. Com a ajuda de Escobar, um colega de seminário, Bentinho encontra um modo de não ter de cumprir a promessa feita pela mãe e, depois de concluir o curso de Direito, casa-se com Capitu. A amizade com Escobar é fortalecida ainda mais após o casamento deste com Sancha, amiga de Capitu. Os dois casais moram perto, visitam-se frequentemente e tornam-se muito unidos. Nasce a filha de Escobar e Sancha; alguns anos depois, Capitu dá à luz um menino, Ezequiel. Pouco tempo depois, Escobar morre afogado no mar e, a partir da reação de Capitu no velório do amigo, começa a nascer em Bentinho a suspeita de uma possível traição da mulher, que vai se transformando em certeza à medida que Ezequiel cresce e adquire feições semelhantes às de Escobar. Torturado pelo ciúme, Bentinho não consegue mais suportar a presença da mulher e do filho. Decide então separar-se deles. Faz uma viagem com a família à Europa, o

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