MALDITO SEJA DOSTOIÉVSKI

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9788574482101
R$ 78,00
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    • 1
      Autor
      ‹ ›
      RAHIMI, ATIQ Indisponível
    • 2
      Editora
      ‹ ›
      ESTAÇÃO LIBERDADE Indisponível
    • 3
      Páginas
      ‹ ›
      280 Indisponível
    • 4
      Edição
      ‹ ›
      1 - 2012 Indisponível
    • 5
      Ano
      ‹ ›
      2012 Indisponível
    • 6
      Origem
      ‹ ›
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      ‹ ›
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      ‹ ›
      14 x 21 x 1.5 Indisponível
    • 9
      ISBN
      ‹ ›
      9788574482101 Indisponível
    • 10
      Situação
      ‹ ›
      Disponível Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      ‹ ›
      05/10/2012 Indisponível
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Não sabe o CEP?
Em seu quarto romance publicado no Brasil pela Estação Liberdade, o premiado escritor assina um relato incandescente que nos faz refletir sobre a justiça e a moral, a incoerência do conceito pré-estabelecido sobre o crime e o poder modificador da culpa. Afeganistão, anos 1990. O jovem desempregado Rassul planeja um assassinato nos moldes daquele cometido por Raskólnikov, herói de Dostoiévski em Crime e castigo. O plano de eliminar a velha desprezível que humilha a namorada dele, entretanto, não sai como o previsto. Rassul acredita que o seu ato de exterminar a escória da sociedade é exemplar, mas como fazer com que esse assassinato ganhe uma dimensão única se ele passa despercebido? Como atingir o patamar dos homens de grandes feitos e entrar para a história se nem o próprio autor do crime tem certeza de ter matado nana Alia? Como dar um sentido a seu crime e, mais do que isso, à sua própria vida? Em meio às bombas e mísseis da guerra civil, o leitor acompanha as inquietações e o cotidiano do conturbado personagem, permeado por tragadas de haxixe e delírios sobre uma mulher de tchadari azul. Acossado por seu crime, Rassul sai ao encalço de um castigo que parece não existir para ele sob essas latitudes. A narrativa evoca constantemente o romance, sempre atual, de Dostoiévski, tanto na trama quanto nas questões metafísicas abordadas na escrita despojada de Atiq Rahimi.

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