Um homem normando com pernas demais é apenas o começo de uma cadeia de associações cada vez mais improváveis. Em versos rimados, criaturas, invenções, parentes, fósseis e animais fantásticos se transformam e se conectam numa narrativa movida pelo nonsense e pela imaginação. As ilustrações acrescentam outra brincadeira: os desenhos foram construídos para serem vistos por inteiro quando o leitor deixa o papel meio levantado, transformando a própria leitura em jogo visual.