MEMÓRIAS E AFORISMOS
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Autor : MESMER, FRANZ ANTON
Editora : EDITORA CONHECIMENTO
Páginas : 216
Edição : 1 - 2019
Ano : 2019
Origem : NACIONAL
Encadernação : BROCHURA
Dimensões : 14 x 21 x 1.5
ISBN : 9788576184720
Situação : Sob Encomenda
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O divulgador da ciência espírita Gabriel Delanne escreve, em O Espiritismo Perante a Ciência, capítulo I, num resumo do magnetismo: "Não contaremos a odisseia de Mesmer; é por demais conhecida para que achemos necessário reproduzi-la". É com o objetivo de trazê-la novamente à luz, juntamente com sua doutrina, que publicamos esta obra. Na primeira parte (Memórias), o pai da ciência magnética faz uma autobiografia de suas descobertas e da recepção que obteve nos meios acadêmicos; na segunda (Aforismos, Carta e Procedimentos), vem a exposição mais completa e detalhada de sua teoria magnética, que serviu de base a métodos curativos extraordinários, bem como a estudos espiritualistas - mais especificamente, à Doutrina Espírita. As explicações acerca da magnetização, das curas, do fluido universal, do fluido vital, do sonambulismo, da dupla vista, dos passes magnéticos, enfim, de uma multidão de fenômenos e conceitos associados à Doutrina Espírita, são já apresentadas nesta obra capital de Mesmer. Retomando noções médicas históricas que remontam de Hipócrates a Van Helmont, influenciado por físicos como Kepler e Newton, Mesmer legou uma obra portentosa, bastante debatida e aceita pelas maiores mentes de sua época e das seguintes: Du Potet, Puységur, Deleuze, De Rochas, Hahnemann, Reichenbach, Rivail (Allan Kardec), entre outros. Sua teoria serviu de base a amplas vertentes médicas e espiritualistas, merecendo especial atenção da posteridade. Os espíritos sempre preconizaram o magnetismo, seja como meio curativo, seja como causa primeira de uma multidão de coisas. (Allan Kardec, Revista Espírita, outubro de 1858) Quanto a Mesmer, é preciso estar bem pouco ao corrente do que se passa, para ignorar que o magnetismo está mais difundido do que jamais o foi e que é, hoje, professado por notabilidades científicas. (Allan Kardec, Revista Espírita, novembro de 1863)
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