Quem você ajudou hoje?: como a educação focada no coletivo, e não no indivíduo, pode ser a chave para a construção de um país menos desigual. o que fazer para combater a radicalização, que mina as chances de o Brasil avançar, e retomar a confiança na

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Quem você ajudou hoje?: como a educação focada no coletivo, e não no indivíduo, pode ser a chave para a construção de um país menos desigual. o que fazer para combater a radicalização, que mina as chances de o Brasil avançar, e retomar a confiança na

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9786554275552
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    • 1
      Autor
      ‹ ›
      Paulo Henrique Indisponível
    • 2
      Editora
      ‹ ›
      EDICOES 70 Indisponível
    • 3
      Páginas
      ‹ ›
      272 Indisponível
    • 4
      Edição
      ‹ ›
      1 - 2026 Indisponível
    • 5
      Ano
      ‹ ›
      2026 Indisponível
    • 6
      Origem
      ‹ ›
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      ‹ ›
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      ‹ ›
      16 x 1.5 x 23 Indisponível
    • 9
      ISBN
      ‹ ›
      9786554275552 Indisponível
    • 10
      Situação
      ‹ ›
      Lançamento Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      ‹ ›
      29/07/2026 Indisponível
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 A construção de um Brasil mais justo requer uma mudança de foco da sociedade do individual para o coletivo. A redução das desigualdades só virá com eleitores conscientes da necessidade de tratar de forma desigual os desiguais. E a busca por um olhar mais empático deve começar pela educação de nossas crianças e por fugir da ideia de que estamos em uma competição, com ganhadores e perdedores. Dá trabalho? Sem dúvida. Demanda tempo? Com certeza. Mas nada impede que iniciemos a caminhada. A velocidade importa menos que a direção. Mais do que uma reflexão, Paulo Henrique Galvão propõe um caminho. Um Estado social liberal que favoreça a geração de riquezas, mas com mecanismos efetivos para a emancipação dos mais pobres.A compreensão de que o futuro não está dado, mas será construído por nós, é fundamental. Nenhuma tendência é um destino. É evidente que tais propostas, para prosperarem, necessitam de uma defesa intransigente da democracia e de um ambiente de diálogo. E manter a arena aberta para que a verdade chegue até nós, como ensina John Stuart Mill. É essencial, portanto, desfazer a atmosfera de radicalismo, em que pessoas que defendem espectros políticos distintos e pensam diferente se enxergam como inimigas, e não como adversárias. Precisamos mudar essa rota, nos desviar de um caminho que insistimos em trilhar, sonâmbulos, em direção ao abismo. Se essa situação também o incomoda, convido-o a nos acompanhar pelas próximas páginas.

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