A FALÊNCIA

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    • 1
      Autor
      LOPES DE ALMEIDA, JÚLIA Indisponível
    • 2
      Editora
      ANTOFAGICA EDITORA Indisponível
    • 3
      Edição
      1 - 2026 Indisponível
    • 4
      Ano
      2026 Indisponível
    • 5
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 6
      Encadernação
      CAPA DURA Indisponível
    • 7
      Dimensões
      16 x 23 x 2.1 Indisponível
    • 8
      ISBN
      9786551380020 Indisponível
    • 9
      Situação
      Disponível Indisponível
    • 10
      Data de lançamento
      08/01/2026 Indisponível
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Mais que um romance de costumes, A falência é o retrato de um país em ebulição: um clássico que revela e questiona os jogos de poder das elites do café, os papéis impostos às mulheres e, principalmente, as profundas contradições de uma época decisiva para o Brasil.Francisco Teodoro é um português que vem moço ao Brasil e, após anos de esforço, constrói uma sólida fortuna como eminente empresário do café. Para selar a felicidade e o respeito que sempre almejou, casa-se com Camila, uma jovem bela e dócil, e ergue, como um império, sua própria família. No entanto, por baixo da aparência de uma união perfeita e estruturada escondem-se tensões e desejos que colocam em evidência as fissuras morais de uma sociedade em busca desenfreada por status, luxo e poder. Aos poucos, os personagens são levados à bancarrota financeira, social e ética; à falência, por fim, de uma ordem patriarcal profundamente sustentada por convenções e aparências. Escrito no início do século XX, A falência é considerado um dos romances mais importantes de Júlia Lopes de Almeida. Ao combinar os olhares realista e naturalista, a autora desenvolve os acordos tácitos dos papéis de gênero e, com argúcia, trava um debate acerca da modernização do Brasil, das tensões conservadoras existentes à época, e dá voz, de maneira pioneira, aos desejos de autonomia e liberdade das mulheres.A edição da Antofágica conta com estabelecimento de texto e notas de Gabriela Trevisan, doutoranda em História pela Unicamp e especialista na obra de Júlia Lopes de Almeida, mais de 30 ilustrações da artista Giulia Bianchi e projeto gráfico e capa por Elisa von Randow, do estúdio Alles Blau. A apresentação é assinada por Ana Lima Cecilio, editora e curadora das 22ª e 23ª edições da Flip, e, nos posfácios, Ligia Gonçalves Diniz, professora de teoria literária na UFMG e autora de O homem não existe: masculinidade, desejo e ficção, constrói uma análise sobre a representatividade masculina no romance; Gabriela Trevisan, responsável pelo estabelecimento de texto, reflete sobre o percurso e o contexto histórico vivido por Júlia Lopes de Almeida. Por fim, Geni Nuñez, psicóloga, ativista indígena e autora de Descolonizando afetos, faz uma leitura sob o viés da crítica às heranças coloniais desenvolvida no romance.

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