O livro desenvolve uma proposta emancipadora de mobilização individual e coletiva para a fala pública, com projeção das nossas humanidades, potências simbólicas e presença comunicativa. O autoconhecimento é o ponto de partida para a expressão política marcante e autêntica, que pode florescer com a valorização e o reconhecimento das oradoras e suas trajetórias, talentos, medos,alegrias e ambições. É uma jornada que se constrói em crescente nas páginas, alçada pelos acúmulos intelectuais, práticas e experiências da autora na preparação e suporte a mulheres plurais em suas falas públicas nos ambientes de poder, com poder. Fica o chamado a uma caminhada tomada de reflexões, dúvidas e orientações sobre como o discurso público pode conectar-se menos aos padrões estabelecidos e bem-sucedidos e mais com o que desejamos, pensamos e somos. O ativo mais poderoso na comunicação é sermos nós mesmas.