A PRIMAZIA DO CORPO PRÓPRIO: POSIÇÃO E CRÍTICA DA FUNÇÃO SIMBÓLICA NOS PRIMÓRDIOS TRABALHOS DE MERLEAU-PONTY

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A PRIMAZIA DO CORPO PRÓPRIO: POSIÇÃO E CRÍTICA DA FUNÇÃO SIMBÓLICA NOS PRIMÓRDIOS TRABALHOS DE MERLEAU-PONTY

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9788539303809
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    • 1
      Autor
      ‹ ›
      VERISSIMO, DANILO SARETTA Indisponível
    • 2
      Páginas
      ‹ ›
      264 Indisponível
    • 3
      Edição
      ‹ ›
      1 - 2012 Indisponível
    • 4
      Ano
      ‹ ›
      2012 Indisponível
    • 5
      Origem
      ‹ ›
      NACIONAL Indisponível
    • 6
      Encadernação
      ‹ ›
      BROCHURA Indisponível
    • 7
      Dimensões
      ‹ ›
      13.7 x 21 x 1.6 Indisponível
    • 8
      ISBN
      ‹ ›
      9788539303809 Indisponível
    • 9
      Situação
      ‹ ›
      Sob Encomenda Indisponível
    • 10
      Data de lançamento
      ‹ ›
      30/06/2012 Indisponível
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O estudo propõe um exame da função simbólica nos primeiros trabalhos do filósofo francês Maurice Merleau-Ponty (1908-61), tentando abordar, mais especificamente, o papel dela no livro "A estrutura do comportamento", publicado em 1942, e na sua retomada crítica dentro da "Fenomenologia da Percepção", de 1945. Segundo o autor, o tema, pouco explicitado pelo próprio filósofo, também é objeto de raros debates entre seus comentadores, embora a sua importância na obra de Merleau-Ponty seja inegável. No primeiro trabalho, Merleau-Ponty, utilizando-se das categorias simbólicas emprestadas da neuropsisquiatria do começo do século XX, caracteriza a corporalidade humana como a capacidade de ultrapassar o caráter imediato das situações vividas. A própria atividade humana, assim, redimensionaria a existência concreta que se denota também, por exemplo, no comportamento animal. Já na "Fenomenologia da percepção", em que o filósofo trata da espacialidade, da motricidade e da expressividade do corpo próprio, Merleau-Ponty prescinde das explicações calcadas na função simbólica, doravante associadas à análises de cunho intelectualista, embora continue a combater o que considera representar uma autonomia crescente da idealização simbólica na dinâmica entre conteúdo e forma.

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