A última brasileira viva é um romance distópico ambientado em um Brasil devastado por um evento catastrófico, um terremoto de grandes proporções que colapsa não apenas a infraestrutura do país, mas também suas bases sociais, políticas e simbólicas.Em um cenário pós-apocalíptico, o autor discute temas profundamente atuais como política, autoritarismo, resistência e identidade, onde a figura da protagonista sintetiza uma pergunta central da obra: o que sobrevive quando um país deixa de existir, e quem é capaz de reconstruí-lo?A obra segue a linha característica do autor, marcada por elementos distópicos, crítica sociopolítica, e um certo realismo simbólico. Com narrativa enxuta, condensa uma reflexão intensa sobre poder, sobrevivência e humanidade.