ABORTO: VAMOS CONVERSAR? SE NÃO NÓS, QUEM? SE NÃO AGORA, QUANDO?

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    • 1
      Autor
      ‹ ›
      Mary Neide Damico Figueiró Indisponível
    • 2
      Editora
      ‹ ›
      EDUEL - CAMPUS UNIVERSITÁRIO Indisponível
    • 3
      Páginas
      ‹ ›
      269 Indisponível
    • 4
      Edição
      ‹ ›
      1 - 2026 Indisponível
    • 5
      Ano
      ‹ ›
      2026 Indisponível
    • 6
      Origem
      ‹ ›
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      ‹ ›
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      ‹ ›
      14 x 21 x 1.4 Indisponível
    • 9
      ISBN
      ‹ ›
      9788578466152 Indisponível
    • 10
      Situação
      ‹ ›
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Esta obra apresenta o resultado de duas pesquisas sobre aborto - realizadas enquanto a autora estava aposentada - na condição de Professora Sênior da Universidade Estadual de Londrina (UEL). A primeira pesquisa entrevistou 11 mulheres sobre sua vivência em abortos clandestinos. De um total de 16 abortos realizados, 11 foram com o uso do Cytotec e todas as participantes relataram ter sentido desespero e medo. Foram apresentados os motivos que levaram cada uma das mulheres à decisão pelo aborto ecausou surpresa o fato de todas elas terem citado três ou mais motivos. A segunda pesquisa foi um Levantamento de Opinião, no qual a autora obteve 2.200 respostas, por escrito, com a seguinte pergunta: "Quero saber a sua opinião sobre a proposta de descriminalização [deixar de ser considerado crime] do aborto no Brasil. Se tivesse que votar, como um membro do Congresso, você votaria a favor ou contra a descriminalização? Argumente sua resposta."A obra apresenta os dados de várias tabulações. Entre os três argumentos predominantes a favor da descriminalização está que "o aborto é uma questão de saúde pública". Entre dois argumentos predominantes contra a descriminalização, está a ideia de que "o feto tem direito à vida".O tema aborto precisa ser trabalhado urgentemente na formação inicial e continuada de educadores/as, de profissionais da saúde e de outras áreas também fundamentais na questão dos Direitos Humanos.

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