A partir de um desaparecimento tão concreto quanto inexplicável, Ângela mergulha em algo profundo: o território da ausência. O que significa perder alguém sem explicação? Como reorganizar a própria existência quando aquilo que parecia sólido simplesmente se dissolve? E, mais ainda, como continuar quando a resposta não vem? Como viver essa espécie de luto sem ter visto o corpo?Silvio de Barros nos fala de ausências que não chegam com explicação, nem com despedida e muito menos com sentido.
Avaliar produto
Preencha seus dados, avalie e clique no botão Avaliar Produto.