A Arte Hipermoderna III, a partir da dinâmica da atual sociedade, marcada pelo hiperconsumo, efemeridade, hiperindividualismo, narcisismo, velocidade, dependência tecnológica, hedonismo e ansiedade como referidos por Lipovetsky, inicia abordando as categorias do Entre-lugar na modernidade tardia a partir da obra "Dom Casmurro" de Machado de Assis, como espaço simbólico de fronteira em que se reelabora discursos hegemônicos; e, a Desterritorialização e A Transformação Feminina em Clarice Lispector. Segue com Passagens Entre Fronteiras Estéticas e Transestéticas em Aquele Mundo De Vasabarros de José J. Veiga e a Terceira Margem do Rio de João Guimarães Rosa. Apresenta o Mito de Narciso da Era Moderna à Hipermoderna. Percorre a Modernidade Lírica em Pauliceia Desvairada, expondo a fragmentação do sujeito e a instabilidade do mundo moderno. Menciona a Retórica Econômica e Narrativa Literária dos discursos econômicos como sistemas narrativos que organizam o mundo e orientam escolhas. Quanto ao gênero, expõe os mecanismos de Monetização da misoginia; analisa as personagens Justine e Juliette: da Dominação Burguesa ao Feminino Não Idêntico; e, o Corpo Feminino como Objeto em Jean Baudrillard. Assim, esta obra promove a interação crítica e reflexiva do leitor com temas de extrema relevância.