Escrita entre 1660 e 1662, esta obra antecipa os fundamentos da filosofia madura de Espinosa. Ainda marcada pela linguagem do pensamento cartesiano, já se delineia a visão racionalista e imanentista que o tornaria um dos maiores filósofos do Ocidente. O texto, de caráter exploratório e didático, apresenta reflexões sobre a natureza divina, a alma humana e o caminho para a verdadeira felicidade, concebida como conhecimento da unidade entre Deus e a realidade.