CELACANTO

SKU 309898
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9786561391122
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    • 1
      Autor
      PONCE DE MORAES, THIAGO Indisponível
    • 2
      Editora
      CÍRCULO DE POEMAS Indisponível
    • 3
      Edição
      1 - 2026 Indisponível
    • 4
      Ano
      2026 Indisponível
    • 5
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 6
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 7
      Dimensões
      13.5 x 20 x 0.7 Indisponível
    • 8
      ISBN
      9786561391122 Indisponível
    • 9
      Situação
      Pré-Venda Indisponível
    • 10
      Data de lançamento
      01/04/2026 Indisponível
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Ao estampar na capa de seu novo livro de poemas a palavra "celacanto", peixe que é considerado um "fóssil vivo" por representar espécies extintas há dezenas de milhões de anos, Thiago Ponce de Moraes convoca os leitores para uma reflexão sobre o tempo do fazer poético, ou melhor, sobre a persistência da vida - e da poesia - num tempo hostil. Note-se, ainda, que o título-peixe permite ouvir o nome de Paul Celan, poeta fundamental para o autor, e também "canto", um dos vários nomes da poesia.Dividido em sete partes, Celacanto cobre um arco vasto e coeso de questões. Vasto, sim, porque os poemas movem-se entre o amor, a chegada dos filhos, a partida dos avôs e de um amigo, a escrita, a escuta, o silêncio. Mas todas essas indagações estão lançadas no "abismo do presente", em que "o porvir se afunda". Não é por acaso que todas as seções, desde seus títulos, são marcadas pela temporalidade ("A pré-história dos sentidos", "Depois da colisão", "O tempo da peste", "A eternidade mantém-se nos limites", "Demorar-se no sonho dos bichos", "Uma data em cada mão" e "Antes").O poeta é "hóspede do instante", mas quer saber o que persiste em tudo que se transforma, e busca, em cada verso, "fazer um furo/ no futuro/ lançar uma bomba/ ao futuro". Por isso, a convocação para que o celacanto, um peixe "contra a lógica do tempo", desvende "aquilo que insiste em nós" (somos nosso próprio fóssil?). Por isso, descascar as palavras para ver o que elas escondem, o que arrastam do passado. Por isso, manter-se vivo, manter a poesia viva em meio à "fúria obscura/ da passagem do tempo".

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