Cordel do negrinho do pastoreio

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Cordel do negrinho do pastoreio

Cordel do negrinho do pastoreio

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9786558082651
R$ 42,50
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    • 1
      Autor
      ‹ ›
      LOURENCO CAZARRE Indisponível
    • 2
      Editora
      ‹ ›
      PAULINAS Indisponível
    • 3
      Páginas
      ‹ ›
      48 Indisponível
    • 4
      Edição
      ‹ ›
      1 - 2023 Indisponível
    • 5
      Ano
      ‹ ›
      2023 Indisponível
    • 6
      Origem
      ‹ ›
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      ‹ ›
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      ‹ ›
      26 x 0.4 x 21 Indisponível
    • 9
      ISBN
      ‹ ›
      9786558082651 Indisponível
    • 10
      Situação
      ‹ ›
      Sob Encomenda Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      ‹ ›
      06/10/2023 Indisponível
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A lenda do Negrinho do Pastoreio tem origem no Rio Grande do Sul, registrada por Simões Lopes Neto (1865-1916). Tornou-se popular durante a campanha abolicionista, já que focaliza a crueldade de um senhor de escravizados. Segundo a lenda, transformada aqui em cordel pelo autor, havia um estancieiro muito mesquinho e cheio de ódio no coração que só amava o seu cavalo baio. Certo dia, marcou uma corrida contra um cavalo mouro e colocou o seu escravizado, um Negrinho sem nome, como ginete. No último momento, o baio perdeu a corrida e, como castigo, o estancieiro açoitou sem piedade o Negrinho e mandou que o menino cuidasse da tropa de seus cavalos, ao relento. Durante a noite, o menino adormeceu os cavalos fugiram. O estancieiro castigou o menino com uma violenta surra e mandou-o à procura dos cavalos perdidos. O menino chegou a encontrá-los, mas os cavalos escaparam de novo. Dessa vez, o estancieiro além de surrar o menino, amarrou-o ao pé de um formigueiro, sendo devorado pelas formigas. Três dias depois, porém, em vez de encontrar o cadáver do escravizado, o fazendeiro encontrou o Negrinho ao lado da Virgem Maria. Assustado, o estancieiro ajoelhou-se e pediu perdão. Negrinho, porém, montou num cavalo a pelo e fugiu dali. A partir de então, passou a percorrer os pampas, pastoreando sua tropa. Na região, quem perder alguma coisa pode rezar pedindo sua intercessão. Negrinho acha as coisas perdidas e as coloca em lugar que seus donos possam encontrá-las, desde que estes acendam uma vela para a Virgem Maria. O cordel é um gênero muito popular originado em relatos orais, recitado de forma melodiosa e cadenciada. Neste livro é apresentado em forma de sextilha, a mais conhecida estrofe ou estância de seis versos de sete sílabas, com o segundo, o quarto e o sexto rimados.

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