DEFORMAÇÃO

SKU AL2565
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9788527304474
R$ 62,40
R$ 49,92
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    • 1
      Autor
      Vera Albers Indisponível
    • 2
      Editora
      PERSPECTIVA Indisponível
    • 3
      Páginas
      84 Indisponível
    • 4
      Edição
      1 - 1980 Indisponível
    • 5
      Ano
      1980 Indisponível
    • 6
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      14 x 21 x 0.6 Indisponível
    • 9
      ISBN
      9788527304474 Indisponível
    • 10
      Situação
      Sob Encomenda Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      01/01/1980 Indisponível
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Deformação, de Vera Albers, desenvolve-se sobre um plano de análise introspectiva, de contínua obcecante autoconfissão - e também autocrítica - o que remete logo a certos aspectos característicos da produção de Bergman, particularmente de sua última fase. Trata-se de um discurso aparentemente fragmentado, em ritmo como que soluçantes, cujas senhas dão a impressão de um divagar contínuo. Um pouco como o pensamento deixado livre, tão típico do devaneio, em que as imagens se superpõem, se aglomeram e desnudam o lado mais recôndito da sensibilidade. O estilo incorpora os módulos mais recentes: uma boa dose de experimentalismo, certas experiências futuristas e principalmente elementos ideogramáticos de poéticas ligadas às línguas orientais. É claro que estas variações estilísticas, em seu alternar-se, só adquirem sentido na medida em que se adequam a um certo conteúdo, ou seja, a estrutura vagante deve tornar-se portante (e vice-versa). No caso de Vera Albers fica claro que as duas se interpenetram. A estrutura vagante (uma experiência humana) liga-se ao fato objetivo, de caráter ,marcadamente cultural, à estrutura portante, com frequentes referências a autores, a máximas, a conclusões de cunho filosófico e social. Mas o continuam do relato está nesse viés amargo de sabor autobiográfico no qual prevalecem dois elementos de fundo: o senso de culpa e a tentativa de remediar a isto, não apenas com uma escavação autocrítica, mas sobretudo com uma insistência formal. O que resulta é um desenho delicado, onde a fragmentação do período serve de suporte importante para a recuperação de uma ''''musicalidade'''' que, obviamente, consente estabelecer uma base funcional para conteúdo, tecido de experiências.

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