Quando Luana Génot foi convidada para ser colunista da Revista Ela, do jornal OGLOBO, não apenas ocupou um espaço de prestígio: ela o denegriu. Denegriu no sentido de tornar negro, enegrecendo a revista com crônicas que servem como denúncia, mas também como acolhimento. Ela expôs o racismo estrutural, celebrou o feminismo plural e deu voz à luta das mulheres - das grandes batalhas às pequenas lutas cotidianas.Denegrindo Ela é a reunião desses textos, um mosaico de reflexões que nasce do encontro entre experiência pessoal, ativismo e literatura, e que mostra que o cotidiano não só pode, mas deve, ser resistência."Em Denegrindo Ela, o desejo de encurtar horizontes, diluir fronteiras e semear caminhos nasce das inquietações [de Luana] como comunicadora. O próprio título da obra, que para mentes desavisadas poderia soar como ruído, ganha um novo sentido com Luana: denegrir deixa de ser o ato de desqualificar para se tornar um convite revolucionário." - Maju Coutinho, jornalista e apresentadora"[Luana é] uma mulher provocadora e doce ao mesmo tempo. Que está disposta a ouvir e que tem muitos argumentos para embasar a luta contra o racismo e pela igualdade racial. [.] E o que você vai ler nesse livro é um retrato duro, emocionante, por vezes divertido desses nossos dias. [.]." - Fátima Bernardes, jornalista e apresentadora"Luana Génot faz o que poucos escritores conseguem: transforma o cotidiano em argumento e o argumento em afeto. Denegrindo Ela é um livro de crônicas que age como espelho e como janela. A depender de quem olha." - Michel Alcoforado, antropólogo e autor do best-seller Coisa de Rico"Depois de quase seis décadas sendo escrita apenas por brancos, a revista feminina do jornal OGLOBO precisava mudar. Convidar Luana Génot a "denegrir Ela" foi o início desta mudança. Ler suas colunas ao longo desses sete anos emociona e pavimenta uma transformação mais do que necessária, urgente." - Marina Caruso, editora-chefe da Revista Ela"Luana sabe que gerar tensionamento é inevitável diante das urgentes mudanças que o Brasil precisa promover na construção de igualdades. Mas o faz com sofisticação, cuidado e consistência, a fim de criar novas pontes num mundo ensimesmado em bolhas. Através de um dos termos discriminatórios mais naturalizados no país, inverte lógicas e põe a gente pra pensar. Pensar para transformar, a partir de novos sentidos e ideias." - Aline Midlej, jornalista e escritora
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