DOIS CARCARÁS

SKU 280492
DOIS CARCARÁS

DOIS CARCARÁS

SKU 280492
9786561390651
R$ 49,90
R$ 39,92
1 x de R$ 39,92 sem juros no Boleto
    • 1
      Autor
      ‹ ›
      DURAZZO, LEANDRO Indisponível
    • 2
      Editora
      ‹ ›
      CÍRCULO DE POEMAS Indisponível
    • 3
      Páginas
      ‹ ›
      40 Indisponível
    • 4
      Edição
      ‹ ›
      1 - 2025 Indisponível
    • 5
      Ano
      ‹ ›
      2025 Indisponível
    • 6
      Origem
      ‹ ›
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      ‹ ›
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      ‹ ›
      13.5 x 20 x 1 Indisponível
    • 9
      ISBN
      ‹ ›
      9786561390651 Indisponível
    • 10
      Situação
      ‹ ›
      Sob Encomenda Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      ‹ ›
      02/05/2025 Indisponível
Qtde.
- +
R$ 49,90
R$ 39,92
Quantidade

Produto Indisponível

Avise-me quando chegar

Consulte frete e prazo de entrega

Não sabe o CEP?
Nos versos de Leandro Durazzo, em Dois carcarás, uma fauna discreta dança à volta do leitor: passeiam pelas páginas os carcarás do título, mas também cabras, morcegos, muriçocas, gatas, escorpiões, libélulas, iguanas, pombas, aranhas, arapuás, beija-flores. Os bichos estão por todos os lados e, de repente, a casa está irremediavelmente aberta: a casa é o mundo. Faz-se mundo. E é muito frágil qualquer linha que tentemos traçar, aqui, entre natureza e civilização: "por meus livros já passaram/ lesmas, formigas, moscas,/ vespas e traças: há toda uma cultura/ em seus trajetos, toda uma/ literatura".É uma voz calma, sem espanto, que nos fala nesses versos curtos, enquanto se descobre tão "selvagem" quanto suas pequenas visitas, que não têm pressa. Parecem ter vindo para ficar - e seu jeito de ficar é nos fazer ver que "a vida é uma". Já não é possível reconhecer fronteiras: "meu sangue,/ que a muriçoca guarda,/ será meu/ ou da muriçoca?".Os poemas de Durazzo flagram cenas independentes, pequenos flashes da vida selvagem entrando por todos os poros do dia, mas estão profundamente conectados, como as fotos tiradas numa mesma viagem - todas únicas, mas inseparáveis -, que devolvem a experiência num outro tempo à memória. E quem nos guia (e desvia) por esses caminhos é alguém que já não pode mais se reconhecer senão como um bicho entre os outros: "animal/ nas ranhuras do tempo,/ eu me arrasto// nem garras, nem gana,/ nem penas:/ fado// e um certo medo/ que toda vida extingue".

Avaliar produto

Preencha seus dados, avalie e clique no botão Avaliar Produto.
Muito Ruim Ruim Bom Muito Bom Excelente

Produtos que você já viu

Você ainda não visualizou nenhum produto

Termos Buscados

Você ainda não realizou nenhuma busca