Marina Kimball, talvez o primeiro amor verdadeiro de Dylan. Fragmentos de um verão juvenil já perdido, rebobinados no lento fluxo da memória. Poderia ter sido diferente? Ninguém pode ou quer saber. O certo é que Marina reapareceu e não traz consigo pesadelos ou terrores, mas apenas o doce fantasma de um longo adeus.