A partir de uma perspectiva genealógica, a chave de leitura não são obras isoladas mas uma constelação, outro Modernismo, marcado pela catástrofe ao invés da utopia; da melancolia em meio à alegria; de fim do mundo ao invés da inauguração de uma novaera; do fascínio pela lentidão de paisagens devastadas, solitárias em detrimento da velocidade e da hipersensorialidade. Este outro Modernismo é com- preendido a partir de Mário Peixoto, Cornélio Penna, Lúcio Cardoso, Oswaldo Goeldi, problematizandoas tensões entre localismo e cosmopolitismo, considerados numa perspectiva comparativa entre cinema, literatura e artes visuais e que aponta, talvez surpreendentemente, na cultura midiática para um Modernismo pop.