ENGAJAMENTOS COLETIVOS NAS FRONTEIRAS DO CAPITALISMO

SKU 206055
ENGAJAMENTOS COLETIVOS NAS FRONTEIRAS DO CAPITALISMO

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9786586768305
R$ 56,00
R$ 44,80
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    • 1
      Autor
      CATARINA MORAWSKA Indisponível
    • 2
      Editora
      EDUFSCAR Indisponível
    • 3
      Páginas
      227 Indisponível
    • 4
      Edição
      1 - 2022 Indisponível
    • 5
      Ano
      2022 Indisponível
    • 6
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      16 x 23 x 1.5 Indisponível
    • 9
      ISBN
      9786586768305 Indisponível
    • 10
      Situação
      Disponível Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      05/04/2022 Indisponível
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Este livro é fruto de um esforço do Laboratório de Experimentações Etnográficas (LE-E/UFSCar) em imaginar a etnografia como um engajamento coletivo que se conecta ativamente com experimentações que, expressas em lutas sociais, defendem a multiplicidade e coexistência de modos de vida e, assim, reage aos efeitos do capitalismo. Tomar a experimentação etnográfica como um engajamentos com outras experimentações em curso no mundo demanda respostas procedimentais, em geral tateantes e errantes, que se dão no nível de uma aliança técnico-política: a partir do que brota no encontro, a etnógrafo e o etnógrafo sintoniza a sua própria técnica com aquelas mobilizadas em contextos onde se veem o esbulho de terras e a destruição de modos de vida. Como se verá nesta coletânea, alguns dos textos se engajam com as experimentações que resistem aos cercamentos e perturbações decorrentes do avanço de projetos desenvolvimentistas, como ocorre no norte de Moçambique e de Minas Gerais, nos campos de Roraima e nos rios do Xingu. Ainda outros fazem ver novas colaborações e alianças tecidas a partir da ocupação de ruínas capitalistas, no cerrado mineiro marcado pelo agronegócio, nas águas barradas do rio Iratapuru e nas terras dos quilombolas no Vale do Ribeira por tanto tempo expropriadas. Em todos os textos, o engajamento dos pesquisadores cria um nós que se soma a tais lutas, fazendo saltar à vista a relação com a terra como vivida, lembrada, imaginada, sentida por aquelas e aqueles que remanescem porque compõem com outros seres com quem estabelecem obrigações recíprocas para um futuro comum.

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