ENTRE DEUS E O ESTADO: EMANCIPAÇÕES TUTELADAS NA TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO E NO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA

SKU 326185
ENTRE DEUS E O ESTADO: EMANCIPAÇÕES TUTELADAS NA TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO E NO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA

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9788547350697
R$ 57,00
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    • 1
      Autor
      EMMANUEL BRASIL Indisponível
    • 2
      Editora
      APPRIS EDITORA E LIVRARIA LTDA Indisponível
    • 3
      Edição
      1 - 2026 Indisponível
    • 4
      Ano
      2026 Indisponível
    • 5
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 6
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 7
      Dimensões
      16 x 23 x 2 Indisponível
    • 8
      ISBN
      9788547350697 Indisponível
    • 9
      Situação
      Pré-Venda Indisponível
    • 10
      Data de lançamento
      19/09/2026 Indisponível
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Entre Deus e o Estado propõe o conceito de "emancipações tuteladas" para descrever uma forma recorrente de governo na América Latina. Projetos que falam em libertação podem produzir autonomia e, ao mesmo tempo, organizar dependência. O livro pergunta como isso acontece quando a mediação é parte do método. A análise compara dois casos que raramente são colocados lado a lado: a Teologia da Libertação e o Programa Bolsa Família.Na Teologia da Libertação, práticas de conscientização e organização comunitária se apoiam em linguagens de fé, justiça e transformação social. O livro acompanha o momento em que a promessa de "dar voz" passa por filtros. Lideranças, repertórios autorizados e critérios de reconhecimento definem o que conta como fala legítima. No Programa Bolsa Família, o acesso ao benefício não se reduz ao repasse monetário. Ele passa por cadastro, elegibilidade, condicionalidades e gestão descentralizada. Esses procedimentos definem quem entra, quem permanece e em que termos se reconhece o sujeito da política.O argumento central é simples. Em ambos os casos, a emancipação é anunciada como finalidade. Ela depende de dispositivos que classificam, acompanham e corrigem condutas. O livro organiza essa comparação em quatro planos: epistêmico, institucional, territorial e subjetivo. Em cada um, mostra como hierarquias de saber, rotinas burocráticas, formas de circulação e expectativas morais participam da produção de sujeitos governáveis.O resultado interessa a leitores de políticas públicas, sociologia do Estado, religião e pensamento decolonial. O livro não discute se os casos "deram certo". Ele discute o que eles pedem do sujeito para que a libertação seja reconhecida. Descreve o custo político dessa forma de emancipação e indica caminhos de pesquisa para pensar autonomia sem tutela.

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