Entre o piano e o violão: a modinha em Fortaleza os dilemas da cultura popular (1888-1920)

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    • 1
      Autor
      Martins: Rios Indisponível
    • 2
      Editora
      ALAMEDA CASA EDITORIAL Indisponível
    • 3
      Páginas
      290 Indisponível
    • 4
      Edição
      1 - 2016 Indisponível
    • 5
      Ano
      2016 Indisponível
    • 6
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      14 x 1.5 x 21 Indisponível
    • 9
      ISBN
      9788579394188 Indisponível
    • 10
      Situação
      Disponível Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      01/01/2017 Indisponível
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A modinha e os dilemas da cultura popular (1888-1920)A obra em questão, que é uma homenagem ao centenário de morte do compositor Ramos Cotoco, procura dialogar com a produção musical brasileira com a finalidade de desvendar alguns aspectos da formação da música urbana na capital cearense. Esse canto, com sotaque próprio, conta a história de homens e mulheres que viveram entre o fim do século XIX e início do século XX, período em que as principais capitais brasileiras passaram por uma série de transformações urbanísticas que impactaram diretamente no campo sociocultural.Estudar esse universo de sonoridades que perpassa pelas apropriações da crônica musicada da cidade de Fortaleza de Ramos Cotôco, da descendência boêmia de Carlos Severo, das mulheres de Teixeirinha, das praias, jangadas e faróis de Alberto Nepomuceno e Branca Rangel, ajuda o leitor a não só entender os dilemas que esses artistas vivenciaram em busca de cantares que expressassem um jeito peculiar de ver, ouvir, sentir e falar o mundo, mas como os seus sucessores transitaram nessas musicalidades. O passado e o presente se tocam no balancê de Lauro Maia, no adeus à praia de Iracema de Luiz Assunção, nas velas do Mucuripe de Belchior e Fagner, no pavão misterioso de Ednardo ou na Kalu de Humberto Teixeira. ---------------------------------------------Traduzir-se (parafraseando o disco de Fagner), era a tônica de um período marcado pelas diversas intermediações e fusões entre um mundo que incorporava novas sonoridades e práticas musicais. Nesse sentido, entende-se que os cantares cearenses formados nesse período através da modinha podem ser comparados a uma miscelânea cultural, que, na apropriação de ritmos e timbres, se entrelaçam o local, o nacional, o estrangeiro, o oral, a tradição e a modernidade. A obra em questão apresenta os cantares cearenses a partir dos olhares de compositores que se apropriam de duas experiências musicais que passam por dissensos e consensos, a do piano e a do violão.--------------------------------------------Sobre a autora: Ana Luiza Rios Martins é mestre em História e Culturas pela UECE. Atualmente realiza seu doutoramento em História na UFPE, atuando em pesquisa sobre os compositores Lauro Maia e Humberto Teixeira. É membro do Grupo de Pesquisa DÍCTIS - Laboratório de Estudos e Pesquisa em História e Culturas, organizado pelo Dr. Francisco Damasceno. Tem experiência na área de História Cultural, atuando principalmente no estudo interdis

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