"Alguns livros têm o poder de despertar você, sacudir tudo que é antigo e levar a algo novo, emocionante e um pouco assustador. Este é um deles." - BookPageEm um futuro inquietante, numa versão dos Estados Unidos não muito distante da realidade, o Estado encontra uma nova forma de punição: em vez da prisão, os condenados pelos crimes passam a carregar sombras extras - marcas visíveis da "culpa" que os expõem ao preconceito e à exclusão.É nesse cenário que conhecemos Kris, uma mulher marcada pelo luto da esposa e pela maternidade solo. Sua filha nasce já com uma segunda sombra, mas também com uma luz impossível de apagar. Entre a dor da perda, o peso do estigma e os desafios de criar uma criança sozinha, Kris descobre apoio em uma comunidade de outros marginalizados que resiste unida contra a opressão, reinventando o que significa amar e existir.Com lirismo e intensidade, Eu guardo meu exoesqueleto dentro de mim é uma estreia arrebatadora sobre luto, maternidade e a força transformadora da resistência queer.