A morte, essa entidade invisível, inatingível, improvável e indizível, regula as nossas diferentes percepções sobre quem fomos, somos e seremos. A imitação da morte e da vida se faz nas artes, pois, como desafio e como admiração, dada a sua complexidade. A morte não se apresenta como um monólogo, mas como um coro multifacetado, em que o discurso memorial, a análise estética e a investigação teórica se complementam e se desafiam mutuamente. Em cada uma das memórias deste ensaio, quero enfatizar essa colagem entre vida e morte, entre literatura e outras artes.
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