GREGÓRIO DE MATOS - VOL. 4: POEMAS ATRIBUÍDOS. CÓDICE ASENSIO-CUNHA (CAPA DURA)

SKU GU5713
GREGÓRIO DE MATOS - VOL. 4: POEMAS ATRIBUÍDOS. CÓDICE ASENSIO-CUNHA (CAPA DURA)

GREGÓRIO DE MATOS - VOL. 4: POEMAS ATRIBUÍDOS. CÓDICE ASENSIO-CUNHA (CAPA DURA)

SKU GU5713
9788582173015
R$ 92,90
R$ 74,32
1 x de R$ 74,32 sem juros no Cartão
1 x de R$ 74,32 sem juros no Boleto
    • 1
      Autor
      JOÃO ADOLFO: MOREIRA, MARCELLO Indisponível
    • 2
      Páginas
      432 Indisponível
    • 3
      Edição
      1 - 2014 Indisponível
    • 4
      Ano
      2014 Indisponível
    • 5
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 6
      Encadernação
      CAPA DURA Indisponível
    • 7
      Dimensões
      14 x 21 x 2.7 Indisponível
    • 8
      ISBN
      9788582173015 Indisponível
    • 9
      Situação
      Sob Encomenda Indisponível
    • 10
      Data de lançamento
      20/06/2014 Indisponível
Qtde.
- +
R$ 92,90
R$ 74,32
Quantidade
Cartão

1 x sem juros de R$ 74,32 no Cartão

Consulte frete e prazo de entrega

Não sabe o CEP?
As imagens dos poemas líricos e satíricos atribuídos a Gregório de Matos e Guerra são representativas e avaliativas. Põem em cena lugares-comuns retóricos e poéticos conhecidos, particularizando-os com a paráfrase, a estilização e a paródia de matérias não poéticas das instituições portuguesas e da murmuração informal e de matérias de autoridades poéticas do gênero lírico e cômico; simultaneamente, avaliam a representação para o destinatário, composto ora como discreto, ora como vulgar, na maior ou menor erudição e obscuridade dos estilos. Representativa e avaliativamente, as imagens dão-se à recepção como variações metafóricas das significações correntes no campo semântico geral dos autores e seus públicos empíricos, sendo inventadas segundo o padrão retórico da agudeza, conceito engenhoso ou ornato dialético. No soneto lírico-amoroso "À margem de uma fonte que corria/ lira doce dos pássaros cantores/ a bela ocasião das minhas dores/ dormindo estava ao romper o dia", por exemplo, as palavras agudas da elocução vêm para o primeiro plano da representação e, fundindo aspectos sonoros, olfativos e visuais, figuram artificiosamente a beleza da dama que, ao abrir os olhos, faz a manhã nascer: "Não dão o parabém à bela Aurora/ Flores canoras, pássaros fragrantes,/ Nem seu âmbar respira a rica Flora./ Porém abrindo Sílvia os dois diamantes,/Tudo à Sílvia festeja, e tudo a adora/ Aves cheirosas, flores ressonantes".

Avaliar produto

Preencha seus dados, avalie e clique no botão Avaliar Produto.
Muito Ruim Ruim Bom Muito Bom Excelente

Produtos que você já viu

Você ainda não visualizou nenhum produto

Termos Buscados

Você ainda não realizou nenhuma busca