Navegando por entre metáforas dos movimentos das águas, Eidi articula em Inácquas a precipitação de um acervo de fotografias por ela produzido em suas itinerâncias nos últimos anos. Fabulando rotas possíveis perante a rebelião própria ao devaneio daságuas, Inácquas revela uma busca estética para des-codificar e trans-figurar o ambiente aquoso; borrifar suas cores, reflexos e texturas. "Cada processo, cada etapa expressa um desejo de aproximação-distância, foco-desfoco, revelar-esconder, clareza-mistério, rastros-presenças", descreve a artista.
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