ÍNDIOS E POETAS: O INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO BRASILEIRO E A INVENÇÃO DO INDIANISMO LITERÁRIO 1808-1860

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    • 1
      Autor
      BELIEIRO, THIAGO GRANJA Indisponível
    • 2
      Editora
      APPRIS EDITORA E LIVRARIA LTDA Indisponível
    • 3
      Páginas
      162 Indisponível
    • 4
      Edição
      1 - 2019 Indisponível
    • 5
      Ano
      2019 Indisponível
    • 6
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      14 x 21 x 1 Indisponível
    • 9
      ISBN
      9788547336417 Indisponível
    • 10
      Situação
      Sob Encomenda Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      24/09/2019 Indisponível
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A pesquisa que originou este livro insere-se no campo dos estudos históricos culturais e está voltada a historiadores, críticos literários e apreciadores da literatura de forma geral. A análise histórica é aqui empregada com o objetivo de compreender o fenômeno artístico literário, a saber, o Indianismo Romântico do século XIX. Desse modo, o Indianismo é visto como uma invenção histórica, ou seja, é fruto de um trabalho e de um projeto consciente dos escritores no sentido de criação de uma cultura e uma literatura nacional, tendo o índio como figura central. Utilizando-se de preceitos teóricos e metodológicos do sociólogo Pierre Bourdieu, nos quais a produção artística mantém profundas ligações com o campo político, a pesquisa procura mostrar a ligação do campo literário romântico em formação e o campo político. Assim, analisa-se o papel do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro nesse processo de invenção histórica. O IHGB congregava em seus membros a elite letrada da Corte, entre eles, importantes escritores indianistas, tais como Gonçalves Dias e Gonçalves de Magalhães. O Instituto foi responsável ainda por uma vasta produção de conhecimento sobre o índio, sendo essa produção responsável pela configuração de um campo de possíveis estéticos a respeito do indígena por meio de representações dele. A investigação sobre essas representações compõem parte significativa do livro e revelam aspectos interessantes acerca do imaginário europeu e brasileiro sobre as populações indígenas brasileiras no período Imperial. E mais, o IHGB foi o palco principal de uma acalorada contenda sobre a viabilidade de se escrever uma literatura tendo o índio como figura central, mostrando as diferentes tomadas de posição dos intelectuais do período acerca da Literatura Indianista. Com isso, o livro consegue mostrar que a criação literária do Indianismo não é somente fenômeno estético ligado ao movimento romântico no Brasil, mas é também e, principalmente, uma invenção histórica dirigida diretamente pelo Imperador Dom Pedro II, interessado na criação de um herói nacional capaz de contribuir para a edificação de um sentimento identitário de pertencimento à jovem nação.

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