Lira mensageira: Drummond e o grupo modernista mineiro

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Lira mensageira: Drummond e o grupo modernista mineiro

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9786556922249
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    • 1
      Autor
      ‹ ›
      Sérgio Miceli Indisponível
    • 2
      Páginas
      ‹ ›
      264 Indisponível
    • 3
      Edição
      ‹ ›
      1 - 2021 Indisponível
    • 4
      Ano
      ‹ ›
      2021 Indisponível
    • 5
      Origem
      ‹ ›
      NACIONAL Indisponível
    • 6
      Encadernação
      ‹ ›
      BROCHURA Indisponível
    • 7
      Dimensões
      ‹ ›
      13.5 x 1.5 x 20.8 Indisponível
    • 8
      ISBN
      ‹ ›
      9786556922249 Indisponível
    • 9
      Situação
      ‹ ›
      Disponível Indisponível
    • 10
      Data de lançamento
      ‹ ›
      24/01/2022 Indisponível
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Desde os anos 1970, Sergio Miceli se destacou como estudioso da trajetória de intelectuais. Seus muitos trabalhos transformaram o modo de entender as relações entre cultura e sociedade. Este livro dá continuidade a esse projeto singular. No centro da análise estão Carlos Drummond de Andrade e seus contemporâneos em Minas Gerais.Aos vinte e poucos anos, Drummond dispunha de menos trunfos que os colegas. Sua formação dera-se em farmácia - o caminho natural seria o direito. Havia acabado de consumar um casamento que não lhe trouxe capital econômico ou social. E sua família estava falida. A proximidade com Gustavo Capanema, interventor em Minas e mais tarde homem forte do Estado Novo, é a chave que torna inteligível não só o seu percurso profissional na juventude, mas também as possibilidades de sua expressão poética. Se a contribuição da obra de Drummond não pode ser reduzida a essa circunstância - e Miceli é o primeiro a reconhecer isso -, ela também não pode ser entendida longe desse contexto.Lira mensageira traz ainda olhares sobre o modernismo paulista e sobre a classe política na Era Vargas. Em ensaio com foco nas obras de estreia de Cassiano Ricardo, Menotti del Picchia, Ribeiro Couto, Guilherme de Almeida, Plínio Salgado, Mário de Andrade e Oswald de Andrade, Miceli traça um panorama do escrete literário que integraria a Semana de 22, cravejado de tensões que seriam diluídas na fortuna crítica posterior. No terceiro e último texto, o autor examina a elite política dos anos 1930 e 1940 a partir do embate entre a União Democrática Nacional e o Partido Social Democrático, ainda hoje reconhecível nas feições da classe dirigente brasileira.

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