LITERATURA, COMUNIDADE, CULTURA E ALTERIDADE NO MODERNISMO BRASILEIRO: A PROSA DA GERAÇÃO DE 30

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    • 1
      Autor
      Deneval Siqueira de Azevedo Filho - Cinthia Mara Cecato da Silva - Cláudia Fachetti Barros - Elizabete Gerlânia Caron Sandrini Indisponível
    • 2
      Editora
      EDITORA CRV Indisponível
    • 3
      Páginas
      188 Indisponível
    • 4
      Edição
      1 - 0 Indisponível
    • 5
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 6
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 7
      Dimensões
      16 x 23 x 1.2 Indisponível
    • 8
      ISBN
      9788544426821 Indisponível
    • 9
      Situação
      Fora de Catálogo Indisponível
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LITERATURA, COMUNIDADE, CULTURA E ALTERIDADE - A PROSA DA GERAÇÃO DE 30 é um ensaio maior que contém vários outros ensaios. A obra forma um todo rizomático composto por cinco capítulos, que representam, em larga escala, a prosa da "Geração de 30" ou do 2º. Modernismo, tratando a cultura como processo humano de criação e recriação das formas de viver, englobando padrões de comportamento, visões de mundo, elaborações de símbolos, crenças e hábitos. Estas ações permeiam os ensaios desde a linguagem e seus rizomas até as miríades da inovação popular e da luta de classes. Além disso, nesta tessitura dialógica polifônica se inscreve a autoria quádrupla das diversas vozes existentes em cada um dos autores. Isso faz com que tudo fique mais evidente, sem, no entanto, ter a pretensão de uma verdade, mas com estilo inspirado no entre-lugar em que as tradições brasileiras se inscrevem no tempo, mas também se reinventam e se renovam em suas expressões populares. Tais particularidades foram pinçadas do Nordeste e de sua literatura menor, não no sentido pejorativo, mas sim no positivado, em consonância com o conceito deleuze-guattariano da expressão. Eis os autores e as obras literárias escolhidas para fundamentar os ensaios deste livro: José Américo de Almeida e seu A bagaceira, tão importante para discussão da gênese e da importância dessa fase modernista; Raquel de Queiroz e sua obra de estreia, O quinze, além de seu texto dramatúrgico A beata Maria do Egito; Graciliano Ramos e Vidas secas; e um trajeto crítico-historiográfico pelas obras de Jorge Amado.

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