Maria Firmina, a mestra da liberdade

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9786556666716
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    • 1
      Autor
      Mitti Mendonça Indisponível
    • 2
      Páginas
      208 Indisponível
    • 3
      Edição
      1 - 2026 Indisponível
    • 4
      Ano
      2026 Indisponível
    • 5
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 6
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 7
      Dimensões
      13.5 x 1.2 x 20.5 Indisponível
    • 8
      ISBN
      9786556666716 Indisponível
    • 9
      Situação
      Pré-Venda Indisponível
    • 10
      Data de lançamento
      01/06/2026 Indisponível
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"Maria Firmina, a mestra da liberdade- Diliquinha, escuta o que vou te dizer, minha filha. Procura botar no papel essas histórias que vão na tua cabeça. Palavra solta voa e se perde. Só o que se coloca no papel é que fica.Maria dorme com a última frase de Leonor acesa dentro da cabeça, misturada aos poemas, saudações e pedaços de histórias soltas. Um novo sonho começa a ocupar sua mente e ela não quer perder tempo.Primeira mulher aprovada em concurso público para professora no Maranhão. Autora de Úrsula, o primeiro romance abolicionista e antiescravagista brasileiro. Primeira pessoa afrodescendente e primeira mulher a publicar um romance no Brasil. Fundadora da primeira escola mista do país.Esses são apenas alguns dos feitos de Maria Firmina dos Reis (1822- 1917), cuja existência revolucionária é contada nesta encantadora narrativa.Maria Firmina dos Reis (1822-1917) era neta de uma mulher negra escravizada que foi trazida à força da África. A avó lhe contava sobre a vida na terra natal. Maria Firmina - ou Diliquinha, como era carinhosamente chamada - cresceu numa família de mulheres, sem conhecer o pai. Isso no Maranhão do século XIX, um estado rico devido à indústria algodoeira.Diliquinha era sonhadora: numa época em que a educação não era universalizada - longe disso -, educou-se sozinha. Gostava de livros, sonhava com a felicidade em meio a bibliotecas e logo entendeu que o conhecimento era a única maneira de escapar ao destino miserável reservado às mulheres pretas e pobres. Dotada de um forte senso de coletividade, tornou-se a primeira mestra de primeiras letras concursada do Maranhão.Nunca se casou. Colaborava com textos para jornais e revistas, e convivia com colegas escritores. Em 1859, realizou o sonho de ver impresso em livro Úrsula, primeiro romance abolicionista brasileiro, primeiro romance brasileiro escrito por uma pessoa afrodescendente e primeiro romance escrito por uma mulher no Brasil. Esta encantadora biografia romanceada nos transporta no tempo e no espaço e dá vida à existência revolucionária dessa mulher inteligente e obstinada, que, em plena vigência da escravidão, desafiou, por meio dos livros e da educação, o destino brutal imposto às pessoas negras no nosso país. Uma narrativa plena de afeto, ensinamentos e inspiração."

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