MISTÉRIO SEMPRE HÁ DE PINTAR POR AÍ: UMA HISTÓRIA DOS DOCES BÁRBAROS

SKU 327422
MISTÉRIO SEMPRE HÁ DE PINTAR POR AÍ: UMA HISTÓRIA DOS DOCES BÁRBAROS

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9788585091125
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    • 1
      Autor
      LUIZ ABRAHÃO Indisponível
    • 2
      Editora
      GAROTA FM BOOKS Indisponível
    • 3
      Páginas
      320 Indisponível
    • 4
      Edição
      1 - 2026 Indisponível
    • 5
      Ano
      2026 Indisponível
    • 6
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      16 x 23 x 2 Indisponível
    • 9
      ISBN
      9788585091125 Indisponível
    • 10
      Situação
      Pré-Venda Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      15/11/2026 Indisponível
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Em 1976, durante um dos períodos mais duros da ditadura militar, quatro dos maiores nomes da música brasileira se uniram em um projeto coletivo que marcou época e entrou para a História. Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa e Maria Bethânia se tornaram os Doces Bárbaros, quarteto criado para celebrar uma década de carreira dos quatro artistas com uma série de shows que estreou em junho de 1976 no Anhembi, em São Paulo. Em "Mistério Sempre Há de Pintar Por Aí - Uma História dos Doces Bárbaros", Luiz Abrahão reconstrói a cronologia deste "supergrupo" pós-tropicalista, desde a estreia conjunta em Salvador, ainda em 1964, passando também pela explosão de suas carreiras individuais, quando já eram tratados como um "grupo baiano" unificado, até a consolidação definitiva dessa parceria nos anos 1970.A obra investiga episódios marcantes e controversos, como a gênese do nome - uma resposta de Caetano Veloso aos preconceitos proferidos pelo jornal O Pasquim à época - e a prisão de Gilberto Gil em Florianópolis por porte de maconha, que interrompeu a turnê e colocou o grupo no centro de um debate sobre moralidade promovido pelas forças de repressão. Através de uma pesquisa extensa e rigorosa, o livro explora os bastidores dos shows de 1976, além de registrar os outros encontros do quarteto ao longo dos anos, do desfile da Mangueira em 1994 até as últimas apresentações conjuntas em 2002. Trata-se de um relato essencial, com abordagem inédita, que mostra como a união desses quatro "bárbaros", mais do que um simples encontro de amigos, simbolizou uma "utopia de liberdade" em meio a tempos tão obscuros.

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