MUSICA FICTA: (FIGURAS DE WAGNER)

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9788566786439
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    • 1
      Autor
      ‹ ›
      LACOUE-LABARTHE, PHILIPPE Indisponível
    • 2
      Editora
      ‹ ›
      EDICOES RELICARIO Indisponível
    • 3
      Páginas
      ‹ ›
      260 Indisponível
    • 4
      Edição
      ‹ ›
      1 - 2016 Indisponível
    • 5
      Ano
      ‹ ›
      2016 Indisponível
    • 6
      Origem
      ‹ ›
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      ‹ ›
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      ‹ ›
      14 x 21 x 1.6 Indisponível
    • 9
      ISBN
      ‹ ›
      9788566786439 Indisponível
    • 10
      Situação
      ‹ ›
      Sob Encomenda Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      ‹ ›
      05/08/2016 Indisponível
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"Como, se, e sob que condições uma 'grande arte' (ainda) é possível hoje?" Essa é a pergunta-chave formulada por Philippe Lacoue-Labarthe (1940-2007), em Musica ficta (figuras de Wagner). Sua pergunta tem como ponto de partida o programa wagneriano de "obra de arte total", que almejava, através de suas composições operísticas, reencontrar na modernidade o espírito "religioso" e totalizante da tragédia antiga. Lacoue-Labarthe responde categoricamente à pergunta inicial: por razões ético-políticas - que não deixam de ser motivadas pelos eventos totalitários do século XX - , a "grande arte" não deveria e não poderia existir hoje. Mas Lacoue-Labarthe não responde sozinho a essa questão. O livro é composto por quatro cenas, cujos protagonistas são dois poetas franceses, Baudelaire e Mallarmé, contemporâneos de Wagner, e dois filósofos alemães, Heidegger e Adorno, posteriores a Wagner. É com eles, com a complexa e ambivalente relação que cada um deles constrói com a música do mestre de Bayreuth, que Lacoue-Labarthe se insurge, de certa forma, contra ele - ou ao menos contra as "figuras" que sua obra serve, ou sacraliza.

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