A obra analisa como a neurociência pode contribuir para a construção de acordos eficazes e para a resolução de conflitos no Direito contemporâneo. Partindo das normas brasileiras que incentivam a negociação, a mediação e a conciliação, o autor demonstra como emoções, hormônios, comunicação não verbal e processos inconscientes influenciam diretamente o comportamento de julgadores, advogados e das próprias partes.Ao integrar fundamentos jurídicos, neurobiologia e teoria da decisão, o livro apresenta uma abordagem inovadora sobre cooperação, tomada de decisão e métodos autocompositivos, oferecendo uma visão interdisciplinar essencial para profissionais do Direito, mediadores e estudiosos da comunicação e do comportamento humano.