O CORTIÇO

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O CORTIÇO

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9786584952492
R$ 69,90
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    • 1
      Autor
      ‹ ›
      Aluísio Azevedo Indisponível
    • 2
      Editora
      ‹ ›
      CLÁSSICOS ZAHAR Indisponível
    • 3
      Páginas
      ‹ ›
      400 Indisponível
    • 4
      Edição
      ‹ ›
      1 - 2026 Indisponível
    • 5
      Ano
      ‹ ›
      2026 Indisponível
    • 6
      Origem
      ‹ ›
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      ‹ ›
      CAPA DURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      ‹ ›
      12.6 x 17.6 x 2.6 Indisponível
    • 9
      ISBN
      ‹ ›
      9786584952492 Indisponível
    • 10
      Situação
      ‹ ›
      Disponível Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      ‹ ›
      14/04/2026 Indisponível
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Não sabe o CEP?
E se Bertoleza fosse a verdadeira e legítima dona d'O Cortiço, de Aluísio Azevedo? Com apresentação de Lilia Guerra, uma das grandes vozes da literatura contemporânea, esta edição é um convite à releitura de um dos clássicos brasileiros a partir da vida das mulheres negrasPublicado em 1890, O cortiço, de Aluísio Azevedo, é um marco na literatura brasileira ao retratar toda uma coletividade até então largamente ignorada como protagonista de seus dramas: lavadeiras, pedreiros, prostitutas, cozinheiras, capoeiras, imigrantes, que se amontoam na habitação coletiva comandada pelo português João Romão e mantida às custas da exploração do trabalho da ex-escravizada Bertoleza. Marco da estética naturalista, em que a literatura se transformava num campo de análise da sociedade a partir do meio, da hereditariedade e da biologia, o romance escancara como a preocupação com os rumos da sociedade brasileira na segunda metade do século XIX se traduzia numa preocupação com o destino e o (não) lugar da população negra numa nação que mirava no embranquecimento como forma de progresso.Controverso e perturbador, O cortiço, como todo clássico, não deixa de ser capaz de produzir novas perguntas. Assim, inspirados por Lilia Guerra, somos levados a reler a obra com uma pergunta que parecia até então impensável e impossível: o que Bertoleza conquistaria se fosse livre? Neste convite à imaginação, Bertoleza pode ser a dona do barraco, do cortiço e, principalmente, da liberdade que lhe foi roubada.

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