OS COLETIVOS CRIMINAIS DE PORTO ALEGRE: ENTRE A "PAZ" NA PRISÃO E A GUERRA NA RUA

SKU 157618
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9788584042173
R$ 89,00
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    • 1
      Autor
      ‹ ›
      CIRPIANI, MARCELLI Indisponível
    • 2
      Editora
      ‹ ›
      HUCITEC Indisponível
    • 3
      Páginas
      ‹ ›
      434 Indisponível
    • 4
      Edição
      ‹ ›
      1 - 0 Indisponível
    • 5
      Origem
      ‹ ›
      NACIONAL Indisponível
    • 6
      Encadernação
      ‹ ›
      BROCHURA Indisponível
    • 7
      Dimensões
      ‹ ›
      21 x 14 x 2 Indisponível
    • 8
      ISBN
      ‹ ›
      9788584042173 Indisponível
    • 9
      Situação
      ‹ ›
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Este livro, fruto de pesquisa empírica no sistema prisional e nas periferias de Porto Alegre, tem como objetivo analisar o fenômeno dos coletivos criminais da capital. Enfatizando as relações entre facções distintas, bem como entre elas e os agentes do Estado, Marcelli Cipriani recompõe o processo de sua emergência no Presídio Central de Porto alegre, seu transbordamento para o espaço urbano e a progressiva incorporação, pelos grupos, do sistema prisional na logística do crime. Assinalando uma dinâmica de mutualismo entre facções e Estado, o livro explana os ganhos recíprocos que forjam o precário equilíbrio entre esses atores - sustentando, em última instância, um acordo de "paz" que, no cárcere, prevê a ausência de confrontos entre inimigos e a contenção de turbulências. Porém, como explorado pela autora, do lado de fora os conflitos tendem a resultar de antagonismos entre grupos e não entre eles e o Estado, e foi uma ampla reordenação de suas dinâmicas e formas de organização - direta e indiretamente alimentadas pela "paz" prisional - que levou à guerra das facções gaúchas. O fio condutor do livro, divido em duas partes (a "paz" e a guerra), é os usos e desusos que as facções fazem da violência - certamente permeados por racionalidades econômicas, mas também embebidos em justificações morais, na produção de identidades, nas disputas por legitimidade e na reação às desigualdades sociais e violências institucionais.

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