Os vícios capitais e os novos vícios

SKU GA2250
Os vícios capitais e os novos vícios

Os vícios capitais e os novos vícios

SKU GA2250
9788534921763
R$ 28,00
R$ 16,80
1 x de R$ 16,80 sem juros no Boleto
    • 1
      Autor
      ‹ ›
      Galimberti: Umberto Indisponível
    • 2
      Editora
      ‹ ›
      PAULUS Indisponível
    • 3
      Páginas
      ‹ ›
      144 Indisponível
    • 4
      Edição
      ‹ ›
      1 - 2004 Indisponível
    • 5
      Ano
      ‹ ›
      2004 Indisponível
    • 6
      Origem
      ‹ ›
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      ‹ ›
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      ‹ ›
      13.5 x 1 x 21 Indisponível
    • 9
      ISBN
      ‹ ›
      9788534921763 Indisponível
    • 10
      Situação
      ‹ ›
      Fora de Catálogo Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      ‹ ›
      01/02/2004 Indisponível
Qtde.
- +
R$ 28,00
R$ 16,80
Quantidade

Produto Indisponível

Avise-me quando chegar

Consulte frete e prazo de entrega

Não sabe o CEP?
Não são nunca as virtudes mas sempre os vícios, que nos dizem a cada tanto o que é o ser humano. E então os olhamos de perto, esses vícios, começa Umberto Galimberti, desfilando os vícios capitais: ira, preguiça, inveja, soberba, avareza, gula, luxúria. Identificamos por Aristóteles como hábitos do mal, como oposição da vontade humana à vontade divina na Idade Média, como expressão da tipologia humana no Iluminismo, aparecem por fim como manifestação psicopatológica no séc. XX. E, assim, extrapolam o mundo moral para ingressar no mundo patológico. Não mais vícios, mas doenças do espírito. À luz dessa seqüência histórica, Galimberti ambienta os vícios no panorama contemporâneo, conflitualmente compreendidos entre a funcionalidade (também do mal) própria da idade da técnica e a urgência da ética. Segue um amplo reconhecimento daquelas tendências ou modalidades comportamentais para as quais soa eficaz (e imprópria) a definição de novos vícios: a sociopatia, o despudor, o consumismo, o conformismo, a sexomania, a denegação, o culto do vazio. A volúpia do shopping, a dependência da mercadoria, a mecanicidade do sexo relacionam-se com a dissolução da personalidade. São de fato a negação do modelo vicioso. Enquadrá-los como vícios nos permite falar deles, ter ao menos consciência deles e não assumirmos como valores da modernidade aqueles que, ao contrário, são apenas seus desastrosos inconvenientes. Afável e penetrante, Umberto Galimberti exibe aqui aquela sabedoria e aquela familiaridade com o mundo que o tornaram um ponto de referência para um amplíssimo público de leitores na Itália.

Avaliar produto

Preencha seus dados, avalie e clique no botão Avaliar Produto.
Muito Ruim Ruim Bom Muito Bom Excelente

Produtos que você já viu

Você ainda não visualizou nenhum produto

Termos Buscados

Você ainda não realizou nenhuma busca