Poema sobre o desastre de lisboa em 1755: seguido de poema sobre a lei natural

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    • 1
      Autor
      VOLTAIRE Indisponível
    • 2
      Editora
      EDICOES 70 Indisponível
    • 3
      Páginas
      128 Indisponível
    • 4
      Edição
      1 - 2026 Indisponível
    • 5
      Ano
      2026 Indisponível
    • 6
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      13 x 0.8 x 20 Indisponível
    • 9
      ISBN
      9786554274432 Indisponível
    • 10
      Situação
      Esgotado Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      26/02/2026 Indisponível
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O terramoto de Lisboa de 1755 lançou ondas de choque duradouras por toda a Europa. O seu impacto ainda se fazia sentir um século depois nos escritos de Hegel. Já no século XX, Adorno comparava o efeito dessa tragédia nas consciências europeias ao do Holocausto. Voltaire, porém, reagiu de imediato. Mal a notícia da calamidade de Lisboa chegou a França, o filósofo das Luzes esboçou no papel aquele que viria a ser o Poema sobre o Desastre de Lisboa em 1755, publicado no ano seguinte, _x000D_juntamente com o Poema sobre a Lei Natural, que esta edição também reproduz. Em O Desastre de Lisboa, que precedeu e inspirou o conto Cândido ou o Otimismo, Voltaire ajusta contas com a Providência, capaz de lançar sobre os homens cataclismos que dizimam dezenas de milhares de inocentes. O acontecimento de Lisboa serve ao mesmo tempo de mote para o ataque ao otimismo filosófico que fazia escola na época, ataque que teve resposta de Rousseau, numa célebre carta também aqui traduzida. Derradeira machadada na época clássica e início da era moderna, o Poema sobre o Desastre de Lisboa defende a emancipação do humano, doravante obrigado a ser o mestre do seu destino.

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