PRISÕES, CRIMINALIZAÇÃO E ANTIPUNITIVISMO

SKU 313693
PRISÕES, CRIMINALIZAÇÃO E ANTIPUNITIVISMO

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9786555556568
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    • 1
      Autor
      Eunice Teresinha Fávero Indisponível
    • 2
      Editora
      CORTEZ Indisponível
    • 3
      Edição
      1 - 2026 Indisponível
    • 4
      Ano
      2026 Indisponível
    • 5
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 6
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 7
      Dimensões
      16 x 23 x 1 Indisponível
    • 8
      ISBN
      9786555556568 Indisponível
    • 9
      Situação
      Lançamento Indisponível
    • 10
      Data de lançamento
      05/05/2026 Indisponível
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Atuar no sistema penal sem sucumbir à lógica da punição é o nó complexo que Prisões, criminalização e antipunitivismo se propõe a desatar. No lançamento da Cortez Editora, profissionais do Serviço Social analisam o regime prisional brasileiro sob as lentes da criminologia crítica e do abolicionismo, destacando o papel do setor no enfrentamento ao modelo repressivo. A curadoria do pensamento é capitaneada pela pós-doutora Eunice Teresinha Fávero. Ao seu lado, a doutora Giovanna Canêo e a pesquisadora Daniela Augusto Campos completam um corpo editorial de referência na área socioassistencial.Professores, historiadores e pesquisadores exploram de que forma ideologias como a eugenia e o racismo estrutural fundamentam processos de criminalização da pobreza e a desumanização de corpos marginalizados. Através de uma abordagem interdisciplinar, os autores denunciam as violências institucionais do Estado e a seletividade que atinge majoritariamente jovens negros e periféricos. A profunda crítica ao conjunto de normas e órgãos estatais responsáveis pela repressão e controle de crimes brasileiro se divide, inicialmente, em uma fundamentação teórica sobre a influência histórica da segregação na estigmatização do sujeito e a defesa dos direitos humanos sob uma perspectiva abolicionista.As prisões de grades visíveis aglomeram pessoas em ambientes insalubres, enquanto as prisões das grades invisíveis, que são as periferias, escancaram as desigualdades sociais, as quais geram seletividade e exílio de corpos para as grades visíveis. (Prisões, criminalização e antipunitivismo, p. 154)

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