O livro procura mostrar as inflexões mais decisivas que levaram da Fenomenologia alemã de Edmund Husserl à ''''filosofia existencial'''' ou ''''existencialismo'''' de Merleau-Ponty. Entre elas, a mais decisiva é a critica feita pelo filosofo francês do idealismo husserliano e a consequente consagração do ''''mundo vivido'''' como o território legítimo da Filosofia.