SERVIÇO SOCIAL E GÊNERO: INTERFACE COM AS POLÍTICAS PÚBLICAS E SOCIAIS

SKU 162678
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    • 1
      Autor
      BORGES, JOSEFA LUSITÂNIA DE J. Indisponível
    • 2
      Editora
      APPRIS EDITORA E LIVRARIA LTDA Indisponível
    • 3
      Páginas
      355 Indisponível
    • 4
      Edição
      1 - 2019 Indisponível
    • 5
      Ano
      2019 Indisponível
    • 6
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      21 x 27 x 2.2 Indisponível
    • 9
      ISBN
      9788547330811 Indisponível
    • 10
      Situação
      Sob Encomenda Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      19/08/2019 Indisponível
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Esta coletânea Serviço Social e Gênero: interface com as Políticas Públicas e Sociais visa divulgar mais amplamente trabalhos de pesquisadores e pesquisadoras das questões de gênero e feminismo que requerem uma permanente readequação de olhares sobre uma pletora incontável de assuntos. Os autores integram programas de pós-graduação, estão direta ou indiretamente associados ao grupo de pesquisa certificado pelo CNPq: Educação, Formação, Processo de Trabalho e Relações de Gênero e ao Núcleo de Estudos e Pesquisas Interdisciplinares Sobre a Mulher e Relações de Gênero (Nepimg) e da Universidade Federal de Sergipe. A seleção dos trabalhos publicados aqui combina diversos temas e locais apresentados em distintas versões, realizados, sobretudo, mas não unicamente, no Nordeste brasileiro, inspirados em questões relacionadas a gênero e políticas sociais. A denúncia faz parte dessa prática, pois a inadmissibilidade de sofrimento infringido em pessoas por causa das desigualdades de gênero justifica permanentemente uma atenção de estudiosas, estudiosos e militantes que descortinam violências, sejam físicas, institucionais, subjetivas ou de tudo que for nocivamente "disciplinador". Descortinar "desigualdades" e realizar inversões simbólicas são dois processos que se extraem deste conjunto de trabalhos que descreve múltiplos campos de construção do feminismo e de promoção de uma igualdade que respeita as diferenças. Para isso, percebe-se que algumas políticas sociais institucionais disciplinadoras com segmentos sensíveis a gênero e feminismo, como delegacias e programas de saúde, têm pelo menos dois lados: ao mesmo tempo em que elas contribuem diretamente para, na medida do possível, impedir parte dos sofrimentos e desestimular ou mesmo punir agressores, elas também encaminham os serviços e ações de uma maneira que reforce as próprias desigualdades que almejam, aparentemente, diminuir. Estamos percebendo gênero, como tanto tem se pronunciado, como "transversal", mas também estamos insistindo que é nas particularidades das demandas institucionais, na produção de discursos biologizantes e da sua negação, na precária inclusão de homens e mulheres como objetivos de políticas de desenvolvimento e numa multiplicidade de outras áreas que se pode perceber que, além de ter progredido muito na direção de maior promoção de igualdade de gênero, o caminho sempre será relacional e não vai ocorrer fora do ambiente de produção de hierarquias.

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