"Por quê?". É a pergunta que logo surge diante de um suicídio. Uma pergunta que se torna mais angustiante quando quem tirou a própria vida é um adolescente, um jovem ou um padre. O autor, analisando uma vasta bibliografia e casos clínicos de tentativas de suicídio, procura responder a essa pergunta, destacando que não existe o suicídio em abstrato; existe uma pessoa que, diante de uma dor existencial intolerável, enxerga como única opção sair da vida para viver. O suicida não quer morrer, ele quer viver. Aí o paradoxo! Com enfoque na psicologia dinâmica existencial, o livro oferece ao leitor conhecimentos para fazer uma leitura da história existencial da pessoa que chega ao suicídio, um gesto tão absurdo para nós, mas aparentemente tão racional para quem o cumpre. Se nem sempre encontramos uma resposta ao "Por quê?", podemos, contudo, trabalhar a ajuda e a prevenção, que são as partes mais importantes. O aumento drástico dos suicídios, particularmente entre adolescentes e jovens, nos faz questionar os modelos culturais que estamos oferecendo a eles. A cultura da beleza da vida é a prevenção mais eficaz para prevenir pensamentos e comportamentos suicidas. A vida é tão absurda e tão bela ao mesmo tempo que sempre vale a pena vivê-la.
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