TRABALHO E (DES)PROTEÇÃO SOCIAL NO BRASIL

SKU 313695
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9786555556636
R$ 98,00
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    • 1
      Autor
      REGINALDO GHIRALDELLI Indisponível
    • 2
      Editora
      CORTEZ Indisponível
    • 3
      Edição
      1 - 2026 Indisponível
    • 4
      Ano
      2026 Indisponível
    • 5
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 6
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 7
      Dimensões
      16 x 23 x 1 Indisponível
    • 8
      ISBN
      9786555556636 Indisponível
    • 9
      Situação
      Lançamento Indisponível
    • 10
      Data de lançamento
      05/05/2026 Indisponível
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Não sabe o CEP?
Livro analisa como o enfraquecimento das garantias trabalhistas abre espaço para formas extremas de exploração.O país testemunha o avanço de denúncias de trabalho análogo à escravidão. Essa realidade, longe de ser algo distante da história colonial, revela-se como o ápice de um processo sistemático de desmonte de direitos que atinge toda a classe trabalhadora. Em busca de decifrar esse cenário, Reginaldo Ghiraldelli, doutor em Serviço Social e líder do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Trabalho, Sociabilidade e Serviço Social (TRASSO/UnB), organiza o livro Trabalho e (Des)Proteção Social no Brasil, lançamento da Cortez Editora.A coletânea reúne pesquisas e investigações realizadas por uma equipe multidisciplinar formada por profissionais da Saúde Coletiva e do Serviço Social, do Direito, da Administração e Gestão Pública. Há uma análise aprofundada da desertificação dos direitos sociais, expressão associada à destruição das garantias trabalhistas. Esse processo não apenas facilita a expansão da informalidade, vivida hoje por cerca de 40 milhões de brasileiros, mas também cria terreno fértil para as diferentes formas de escravização contemporânea.Ao conectar essa realidade às transformações recentes do mercado, os pesquisadores estabelecem um elo invisível desde o trabalhador resgatado em condições desumanas ao motorista de aplicativo submetido a turnos intermináveis na condição de sobrevivência. A ideia de liberdade, por exemplo, vendida pela lógica do "empreendedor de si mesmo" aparece, assim, enquanto uma nova face da servidão moderna.A pesquisa territorializa toda essa precarização e evidencia que o capitalismo reforça desigualdades de raça, gênero e classe. No Distrito Federal, a divisão do trabalho confina pessoas negras, sobretudo mulheres, aos postos mais instáveis e mal remunerados, impondo deslocamentos urbanos exaustivos e atingindo, inclusive, o serviço público de saúde. Já no interior mato-grossense, juristas e administradores revelam a exploração de imigrantes haitianos e venezuelanos, submetidos pela necessidade extrema de sobreviver. Em comum, todos os estudos apontam uma mesma direção: a naturalização da precariedade como regra.Da uberização à sobrecarga, os trabalhadores enfrentam ainda um estranhamento de si, pois não têm acesso ao produto de seu trabalho e nem à sociedade construída por eles, visto que o sistema transforma a atividade vital em um simples meio de subsistência física. Atravessando o debate acadêmico em direção à disc

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