"Homenagear uma mulher jurista do quilate da Ministra Fátima Nancy Andrighi, é uma honra, uma alegria e um desafio. [...] Não sem razão a Ministra Andrighi tornou-se um modelo inspirador a ser seguido, recusando-se, sempre com elegância, diplomacia e sagacidade, a integrar o "self-service" normativo. Nancy busca o novo, é uma desbravadora corajosa do novo: a nova lei, a nova interpretação jurídica, o novo direito. É lúcida, precisa e sensível às urgências do século XXI, e a legião dos seguidores que forma é imensa. E é nessa linha que a belíssima ideia norteadora do Tratado Bioética e Direito ajusta-se, à perfeição, ao ideário que sempre norteou a nossa homenageada: as vulnerabilidades sociais, de qualquer ordem, segmento ou categoria, são aquelas a quem o Direito deve a maior e a melhor garantia."