Tuco nunca foi exatamente um exemplo de maturidade: vive sustentado pelos pais, é um tanto inconsequente e ainda acha que "já fiz catequese aos 13" conta como bagagem espiritual. Mas tudo muda quando ele conhece Saramaria, estudante de serviço social, filha de pastor e dona de um senso de humor tão preciso quanto inesperado. O problema? Para impressioná-la, Tuco decide fingir que é crente. E daí começa o desastre anunciado. Entre cultos de jovens que coincidem com finais de campeonato, orações que ele obviamente não domina e uma avalanche de novos amigos da igreja, Tuco descobre que sustentar um personagem dá mais trabalho do que simplesmente colocar Romanos 8 na bio do Insta.