VERANEIO 79

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9786554781442
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    • 1
      Autor
      ‹ ›
      MARQUES, CÉLIO Indisponível
    • 2
      Editora
      ‹ ›
      LURA EDITORA Indisponível
    • 3
      Páginas
      ‹ ›
      320 Indisponível
    • 4
      Edição
      ‹ ›
      1 - 2024 Indisponível
    • 5
      Ano
      ‹ ›
      2024 Indisponível
    • 6
      Origem
      ‹ ›
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      ‹ ›
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      ‹ ›
      15.5 x 23 x 1.8 Indisponível
    • 9
      ISBN
      ‹ ›
      9786554781442 Indisponível
    • 10
      Situação
      ‹ ›
      Disponível Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      ‹ ›
      07/09/2024 Indisponível
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Não sabe o CEP?
Um inexplicável evento acontecido dentro de um lixão inicia um desastroso ciclo de violência. Dias depois, uma Veraneio policial é recebida em Manaus por seis homens ligados a um segredo. Por muito tempo, eles aterrorizam nas ruas da cidade, mas chega o momento de se confrontarem com a Justiça. O motorista, José Macário, mas rebatizado para Zé Biela, é escolhido e aceita ser o bode expiatório em troca de uma promessa, mas o que ganha é traição. Vinte e cinco anos depois, a roda do destino se move. Libertado da prisão, José Macário sai em busca dos retalhos de sua vida. Caminhando pelas ruas, encontra um rosto do passado. O alerta de perigo soa na sala de monitoramento do SIVAN/SINDACTA. Uma tempestade sem precedentes se aproxima de Manaus, carregando energias jamais vista.João Martins se lembrava do lugar. Memórias amargas. Datavam de uma época louca, de violência, morte e destruição. Ele estava no auge da força, jovem, selvagem, brutal. Formavam um grupo de homens que conheceram as nuances da carne, do sangue e da dor. Naquele depósito onde outro sujeito, perverso, requintado nas maldades que praticava, guardava souvenires do inferno.""Lá estava outra vez a recordar de fatos guardados na cloaca de dejetos que era a própria cabeça, no local mais profundo do cérebro, arquivo de suas deploráveis memórias. Quando o tempo foi deixando o peso da consciência mais leve, quando o grupo ao qual pertencia diluiu-se, pôde refletir sobre os horrores que impuseram à cidade."

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