Vidas fabris: trabalho e conflito social no complexo coureiro-calçadista de Franca - SP (1950-1980)

SKU 119323
Vidas fabris: trabalho e conflito social no complexo coureiro-calçadista de Franca - SP (1950-1980)

Vidas fabris: trabalho e conflito social no complexo coureiro-calçadista de Franca - SP (1950-1980)

SKU 119323
9788579393679
R$ 159,00
R$ 127,20
2 x de R$ 63,60 sem juros no Cartão
1 x de R$ 120,84 sem juros (Desconto de 5%) no Boleto
    • 1
      Autor
      Rezende: De Indisponível
    • 2
      Editora
      ALAMEDA CASA EDITORIAL Indisponível
    • 3
      Páginas
      534 Indisponível
    • 4
      Edição
      1 - 2017 Indisponível
    • 5
      Ano
      2017 Indisponível
    • 6
      Origem
      NACIONAL Indisponível
    • 7
      Encadernação
      BROCHURA Indisponível
    • 8
      Dimensões
      16 x 3 x 23 Indisponível
    • 9
      ISBN
      9788579393679 Indisponível
    • 10
      Situação
      Sob Encomenda Indisponível
    • 11
      Data de lançamento
      01/11/2017 Indisponível
Qtde.
- +
R$ 159,00
R$ 127,20
Quantidade

Produto Indisponível

Avise-me quando chegar

Cartão

1 x sem juros de R$ 127,20 no Cartão

2 x sem juros de R$ 63,60 no Cartão

Consulte frete e prazo de entrega

Não sabe o CEP?
No interior de São Paulo, uma área rural urbanizou-se, destacou-se no cenário econômico nacional e abriu as portas do estrangeiro para os seus produtos. Era o complexo coureiro-calçadista de Franca. Na segunda metade do século XX, os planos do nacional-desenvolvimentismo, de substituição das importações - mediante industrialização fabril -, encontrou bons sapatos para usar.Nos 40 anos cobertos pela sistemática e minuciosa investigação de Vinícius de Rezende, os trabalhadores e as trabalhadoras também protagonizaram lutas que impulsionaram a marcha adiante do movimento social, perante um adversário tão poderoso quanto fisicamente próximo e vigilante; até mesmo íntimo.Com invejáveis energia e argúcia, Vidas fabris analisa não só relações entre capital e trabalho, de equilíbrio e convivência, mas também de tensão e diferenças. Ao contrário do que se pode pensar, operários e operárias não se reduziam a sua força de trabalho, a uma quantidade de energia a ser vendida e comprada. Não eram número. Também não estavam alienados e à deriva, como dominados ou consumidores. Não eram um grupo social que vivia para o desfrute dos outros.Este livro ilumina o delicado e colorido processo no qual homens e mulheres viveram grande parte de suas vidas dento de fábricas, recinto de sólidas - ou capilares - raízes estendidas até o bairro, o cotidiano, a família operária. Olhando de cima, são seres brutos e ignorantes submetidos à pobreza e exploração. O autor, contudo, foi ao seu encontro no chão de fábrica, respirou a cultura operária e formulou análise de excepcional qualidade.A História Social dá novo e notável passo adiante. Vem bem na hora e produz satisfação em quem o lê.Antonio Luigi Negro - Departamento de História (UFBA), pesquisador CNPqSobre o autor: filho de família operária, Vinícius de Rezende graduou-se em História pela UNESP-Franca, onde também fez o mestrado; é doutor em História Social pela Unicamp e professor do Departamento de História da UFBA. Especialista em História do Trabalho, tem se dedicado ao estudo das transformações dos processos produtivos e das variadas formas de resistência operária desenvolvidas no cotidiano fabril. Também pesquisa temas como assistencialismo e paternalismo industrial, Justiça do Trabalho e sindicalismo. Além de historiador, é ciclista de longa distância.

Avaliar produto

Preencha seus dados, avalie e clique no botão Avaliar Produto.
Muito Ruim Ruim Bom Muito Bom Excelente

Produtos que você já viu

Você ainda não visualizou nenhum produto

Termos Buscados

Você ainda não realizou nenhuma busca